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segunda-feira, 19 de agosto de 2013

A dama e o vagabundo - 2° temporada

A primeira temporada acabou, mas teremos a segunda favoritem eu postarei no anime agora
>> http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-justin-bieber-a-dama-e-o-vagabundo-1047232
Obrigado por lerem, eu sou muito grata, tivemos mais de 30 mil visualizações no blog.
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A Dama e o Vagabundo - Capitulo 54 ( Ultimo capitulo da 1° temporada)

As notas finais é sobre a segunda temporada então leia! 
- Vem Lisa – Justin me puxou me acolhendo em seus braços.
- Eu precisava fazer isso – falei sem emoção.
- Eu sei que sim – ele beijou minha testa.
Ficamos ali parado por alguns minutos vendo Dilan chorando sobre o corpo de seu pai. Eu queria muito ter sentindo pena daquela cena, mas não tudo que eu sentia era um alivio no meu coração.
- Dilan – Jennette chamou sua atenção – Precisamos ir.
Ele se levantou derrotado. Eu esperava ódio de sua parte, mas seus olhos não mostravam isso.
- Não quero que você me odeie – deixei meu olhar fixo no seu.
- Eu entendo – seus despejaram lagrimas novamente – Eu faria o mesmo pela minha família.
- Que bom que você entende – o abracei.
- Só não esqueça de uma coisa – me soltei de seus braços voltando à o encarar – Chumbo trocado não dói.
Senti um arrepio à ouvir aquelas palavras.
- O que você quer dizer com isso?
- Eu vou vingar a morte da minha mãe – seus olhos ferveram de ódio.
- Vai mesmo ficar igual ao seu pai?
- Diferente do meu pai, eu não vou fazer nada com vocês e sim com ele – ele limpou suas lagrimas – Eu vou matar ele.
A minha vontade era de pedir para ele não fazer isso, mas como? Eu simplesmente atirei no pai dele quando ele pediu para não fazer isso. Eu não iria me meter nisso, sei que meu pai é capaz de se defender, e ele já não é mais problema meu agora eu tenho minha vida é nela que eu vou focar.
- Faça o que você quiser – falei seria – Só não vou ficar implorando pela vida de alguém. Assim como seu pai o meu também já errou e ele também tem que pagar pelos seus erros, nem que seja no inferno – dei de ombros e fui em direção a Justin e Sophia.
- Estou admirado – Jstin falou selando nossos lábios.
- Chega uma hora que a gente tem que acorda pra vida.
Peguei Sophia no colo dando um forte abraço nela. Era isso que me importava agora ter minha filha ao meu lado. Não à nada mais emocionante no mundo para uma mãe a não ser isso, saber que tem sua filha ali do lado que pode abraçar e dizer o quanto a ama.
- Eu senti saudades – dei um beijo em seu rosto.
- também mamãe – ela passou suas mãos em volta do meu pescoço me abraçando mais forte ainda.
Voltamos para casa, eu estava completamente exausta tudo que eu precisava era de um bom banho e minha irresistível cama. Era a melhor sensação do mundo ter minha filha de volta em meus braços. Eu estava com a minha família completa e nada era mais perfeito do que isso.
- Jennette – ela parou me olhando – Obrigado – tentei conter as lagrimas.
- Eu me orgulhei muito de você hoje – ela deu um leve soco em meu ombro – Só precisa de mais algumas aulinhas de tiro e você fica fera.
- Se eu tiver uma professora como você, não tenho duvidas – abracei ela.
- Nada disso – Justin se intrometeu – Sem armas – ele puxou a arma presa em minha cintura.
- Você não muda mesmo né? – o encarei brava.
- Eu me conheço melhor do que ninguém e por isso eu recomendo a mim mesmo a não deixar minha mulher tem uma arma – o fuzilei.
- Bom saber que você esta pensando em aprontar.
- Eu sou Justin Bieber – ele riu convencido.
- Que bom, agora Justin Bieber vai dar um banho na Sophia – na mesma hora seu sorriso desapareceu.
- Não – ele falou incrédulo.
- Sim – mandei mais uma das minhas encaradas ameaçadoras.
Você tem que aprender isso quando se é mãe.
- Se eu afogar essa menina a culpa é sua – não contive a risada.
- Boa sorte Sophia – dei um beijo em sua testa.
Fui para o banheiro que ficava em meu quarto onde eu também iria tomar um bom banho. Eu necessitava.

Debaixo daquela água quente comecei a refletir sobre tudo que tinha acontecido e tudo que viria a acontecer.
As lagrimas quente que rolavam sobre meu rosto não era de tristeza e sim de alivio, tem muito tempo que eu não sinto isso. Agora eu poderia da a minha filha uma vida digna, poderia fazer a infância dela diferente da minha. Ter uma vida normal é tudo que eu quero. Sair as sextas para namorar, buscar minha filha na escola, fazer nossas refeições juntos e tudo que eu tenho direito. E quanto ao passado? Deletar ele de vez, que venha o futuro.

Sai do banho e vesti meu pijama, agora era só procurar aqueles dois. Cheguei na sala vendo Justin e Sophia sentados assistindo Bob Esponja.
- Vive em um abacaxi e mora no mar? – Justin cantou
 - Bob Esponja calça quadrada – Sophia completou.
- Hora de dormir – falei estragando a festa deles.
- Papai – ela olhou com um anjo para ele.
- Deixa Lisa – Justin continuou a serie de mimos fazendo biquinho.
- Essa menina não nega ser filha de quem é – bufei e sentei ao lado deles.
Passamos horas assistindo Bob Esponja, era duas horas da madrugada quando eu percebi que Sophia e Justin já dormia.
- Justin – sussurrei em seu ouvido – Vamos para cama.
Ele pegou ela em seu colo e levou para nosso quarto. Deitamos o três novamente juntinhos, Sophia estava no meio e aquilo era muito fofo, eu amava quando ficávamos assim. Sentia que finalmente eu tinha uma família.
- Promete nunca mais me deixar? – Justin falou enquanto alisava meu cabelo.
- Eu prometo – sorri vendo sua felicidade.
- Eu vou acreditar porque sei que você nunca mais vai conseguir viver sem mim – nossas mãos se entrelaçaram.
Assenti com a cabeça sorrindo.

- O que seria de uma dama sem seu vagabundo.

Teremos a segunda temporada como todos sabem aqui esta o link ( favoritem eu ainda não postei o primeiro capitulo só amanhã ok? ) 
Comentem bastante esse ultimo capitulo ok? Eu só vou posta no anime agora o blog vai ficar aqui sempre para quem quiser lê bjss espero que tenham gostado 

quinta-feira, 15 de agosto de 2013

A dama e o vagabundo - Capitulo 53 ( Penúltimo)

Já estava na hora, estávamos à caminho do lugar onde eles estavam escondido. Eu não poderia negar que estava morrendo de medo. Jennette já estar lá nos esperando.
- Chegamos – Justin falou parando o carro.
Dilan saiu na frente deixando nós dois sozinhos.
- Eu quero minha filha de volta – o encarei seria.
- Você vai ter ela – ele me abraçou – eu prometo que vou trazer nossa filha de volta.
- Eu acredito em você – dei um beijo que e cheio de esperança nele.
Saímos do carro e fomos em direção aquela fabrica velha.
- Queremos falar com seu patrão – Dilan falou para os seguranças que nos encaravam de um jeito amedrontador.
- Seu pai já esta te esperando – uns dos seguranças falou com aquelas vozes grossas me causando arrepio – Tenho que revistar vocês.
- Ok – Dilan falou se posicionando para que ele revistasse – E a propósito ele não é meu pai.
Os segurança se calou e quando terminou de nos revistar liberou nossa entrada e nos acompanhou. Ficamos da forma combinada, Justin na frente, Dilan atrais dele, e eu por ultimo atrais de Dilan. Vi quando Dilan puxou a arma escondida nas laterais do caixote velho, agora era só esperar Jennette com a minha.
- Bieber, Dilan e nossa pequena Lisa, que dizer uma mulher agora – ele riu de uma forma muito vitoriosa – Que linda princesa vocês fizeram, confesso que estou encantado com esses cabelos loiros e esses olhos claros.
Senti um nojo enorme daquele cara, não me contive.
- Filho da puta – tentei ir para cima dele, mas Justin me segurou.
- Se acalma – ele sussurrou em meu ouvido.
- Linda como a mãe – seu olhar sobre mim era malicioso.
Justin segurava minha mão, percebi que ele se segurava para não fazer nada pela forma que ele apertava minha mão tentando se controlar.
- O que você quer? – Justin falou serio.
- Lisa – ele foi direto – A garota não me interessa e sobre o Victor damos um jeito nele.
- O que você quer de mim? Por que tudo isso? – perguntei.
- Vingança, da mesma forma que seu pai matou minha esposa, você vai ter o mesmo destino e encontrar ela no inferno – ele gritou.
Percebi Jennette entrar na sala em que estávamos, ela se aproximou de mim e colocou a arma em minhas mãos que estavam posicionadas para trais já esperando isso.
- Pessoas boazinhas não vão para o inferno – provoquei.
- Pessoas que matam não são boazinhas – ele devolveu.
- E se eu te matasse? – arquei a sobrancelha esperando sua resposta.
- Me faria companhia no inferno – ele deu uma gargalhada.
- Te encontro lá então – apontei a arma para ele.
- Lisa onde você arranjou essa arma – Justin gritou comigo.
- Ao contrario do que você acha eu não nasci apenas para ficar admirando bolsas em vitrine.
Justin se calou.
- Que dizer que a princesinha ta querendo mostrar o seu outro lado?
- Não duvide disso.
Ele iria falar alguma coisa mais foi interrompido pro Victor chegando. Justin puxou a arma e apontou para ele.
- Uma festinha e eu não fui convidado? – ele riu sarcástico.
- Uma festinha onde você termina morto – Justin encarava ele com ódio.
Olhei para todos os lados e vi que Dilan não estava mais lá.
- Cadê o Dilan? – perguntei ainda procurando.
-  Estou aqui – Inclinei minha cabeça para trais vendo ele e voltei meu olhar para aqueles dois.
- Então era isso pai? – Dilan se aproximou da gente novamente – Ele matou minha mãe? – percebi os olhos dele já vermelhos e cheios de lagrimas.
- Sim, esse é o motivo de tudo.
- Dilan eu não sabia que meu pai tinha feito isso – o encarei por instante, mas ele desviou o olhar.
- Abaixa essa arma Lisa – Dilan falou grosso.
- Não posso – continuei concentrada neles.
- Abaixa essa arma – ele tomou a arma de minhas mãos – Ele fez tudo isso por amor.
- É isso mesmo? É assim que você quer? Achar que ele ta acerto, então vou me entregar e ele me mata e cumpri sua vingança – limpei minhas lagrimas – Se você acha justo tudo que ele esta fazendo – dei um passo a frente indo em direção à ele.
- Não – Justin me puxou para trais – Não faz isso, você não tem culpa de nada.
- É o certo, ele perdeu à mãe dele, então eu tenho que morrer.
- Não faz isso Lisa – Justin gritou.
- Você quer que eu morra? – me virei para Dilan – Se você quiser eu faço isso, eu morro.
- Não, eu só não quero que você mate meu pai.
Ouvimos um disparo de arma, olhei para frente e vi o pai dele baleado na perna.
- Chega disso – Jennette falou se aproximando da gente – Seu pai fez muita coisa errada e tem que pagar por isso.
- Foi por amor – ele repetiu.
- Amor o caralho, e as outras coisas que ele fez? Chega ele tem que morrer – ele apontou a arma novamente para ele.
- Não faz isso – chocando a todos Dilan apontou uma arma para ela.
- Eu morro mais desgraçado morre comigo - ela falou seria e sem desviar o olhar dele.
O clima ficou em total silencio até quando eu ouvir o choro da Sophia, sai correndo dali sem pensar na conseqüências.
- Sophia – eu gritei correndo por todo canto dali procurando por ela.
Vi ela brincando sozinha em uma daquelas salas espalhada por ali, mais quando fui entrar fui impedida.
- Lisa – alguém me puxou – Não ouse tentar fazer nada se não eu mato as duas – ele apontava a arma em direção a Sophia.
- Chega Victor – ele se aproximou mais ainda dela – Para com isso.
- Não, eu vou até o fim com isso -  seus olhos transbordavam ódio
- Victor você ta doente, esta fora de si, me ouve para com isso e busca ajuda eu sei que você não é assim.
- Para de fingir que se importa comigo – ele gritou – Você não me ama, você nunca me amou.
- Eu te amo, eu sempre te amei, eu só não sou mais apaixonada por você. Eu nunca te trai, mas você não confiou em mim, não foi inteligente o bastante para perceber que aquilo era apenas armadilha pra separar a gente – ele estava mais alterado ainda seus olhos se enchiam de lagrimas.
- Eu vi as fotos.
- Quem foi a primeira pessoa a te procurar depois que a gente terminou? Pensa, eu jamais trocaria você.
- Você se apaixonou pelo Justin.
- Por que ele sempre foi o certo para mim.
Ele ficou parado pensativo, ele estava fora de si. Victor estava doente!
- Lisa – ouvi a voz do Justin em sussurro.
Dei alguns passos para trais ficando no meio da porta. Estiquei minha mão e Justin me entregou a arma.
Chega Victor, por favor não faz nada com ela – apontei a arma para ele.
- Vai fazer o que me matar? – ele riu – Me mata Lisa, acaba com a merda que você fez minha vida se torna – ele soltou a arma e se aproximou de mim.
- Victor você tem a vida inteira pela frente – comecei a chorar novamente – Não posso te matar, não posso matar as pessoas que eu amo.
- Me faz esse favor, eu quero morrer a ter que viver sabendo que eu perdi você.
- Não, eu não posso te matar – abaixei a arma.
- Eu posso – Justin apareceu apontando outra arma para ele.
- NÃO –gritei.
O barulho do disparo daquela arma foi enorme, senti meu coração se quebrar. Era culpa minha, eu sabia que ele só estava doente, estava agindo por impulso e que a vida dele poderia ser diferente. O tiro tinha sido certeiro em seu coração.
- Idiota – dei um soco no rosto dele – Ele estava fora de si.
Corri para onde estava o corpo dele e me abracei a ele chorando.
- Ele seqüestrou nossa filha – Justin falou pegando Sophia no colo.
- Ele tava mal – tentei limpar as lagrimas – Ele poderia mudar, e ter uma vida diferente, eu acabei com a vida dele, ele tinha razão eu sou um monstro.
Agora era eu que estava fora de si, ver tanto ódio tanta tristeza no olhar de Victor, tinha me feito se sentir mal. Eu acabei com a vida dele, eu fui injusta com ele no passado. Definitivamente eu me cansei disso.
- Chega Justin – Me levantei.
Peguei minha arma e voltei para onde todos estavam.
- Dilan me perdoa – me virei para seu pai apontando a arma para ele.
- Não Lisa – ele gritou.
- Não é mais sobre mim, é sobre a vida da minha filha que estamos falando.

Apertei o gatilho disparando três vezes contra ele. Era isso, era o fim. Ninguém alem de mim mesma poderia dar um ponto final naquela historia. Era eu que tinha que resolver aquilo. Parte da minha vida tinha sido destruída por aquele homem, nada mais justo do que eu destruir a vida dele por completa. Dilan chorava sobre o corpo de seu. Por incrível que pareça eu não senti nenhum pouco de pena, me senti aliviada por ver aquela cena.

Parece que chegamos ao penúltimo capitulo :) animadas para a segunda temporada? Então eu vou postar no anime não se esqueçam ok? Comentem pfv são os ultimos e não custa nada.
bjss da Drika 

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

A dama e o vagabundo - Capitulo 52

- O que a gente vai fazer Justin? - Eu encarava ele com uma expressão seria esperando sua resposta.
- A gente vai fazer totalmente ao contrario do que eles acham que a gente vai fazer - ele respondeu.
- Acho que estou entendendo - eles trocavam olhares de ´´ boa ideia ´´ enquanto eu boiava.
- Podem me explicar?
- Eles estão esperando que a gente tente entrar escondidos, mas nós não vamos fazer isso - Justin tentou ser obvio mas eu não tinha entendido nada.
- Aff Lisa - Dilan bufou - Nós três vamos até eles, tipo rendição eles vão nos revistar e claro a gente vai ter que estar sem armas. Vai ter uma terceira pessoa nos ajudando, essa pessoa vai entrar escondido enquanto eles se distraem com a gente, ela vai levar arma e vai ficar escondida atras de alguns caixotes que tem por lá. Quando nós passarmos pelo caixotes vamos cada um pegar a arma que ela vai nos entregar.
- Eles vão ver quando a gente pegar a arma.
- Eu vou dar cobertura pro Justin e você para mim.
- E eu? Como vou pegar minha arma?
- Você não vai usar arma - Justin falou serio.
- Eu vou sim, eu quero - falei grossa e direta.
- Isso aqui não é brincadeira, não é uma bolsa que você ver na vitrine e faz birra para ganhar.
- Ok Justin, acho que eu só nasci para ficar desejando bolsas, então não vou discutir.
A mais eu não iria desistir fácil mesmo. Justin que me aguarde.
- Quem vai ser a terceira pessoa? - perguntei.
- Jennette mccurdy - Dilan falou malicioso.
- Mulher? - fuzilei eles.
- Nem vem, ela é a paixão do Dilan - Justin se defendeu.
- Dilan apaixonado? - olhei incrédula.
- Por incrível que pareça - ele respondeu meio bobo.
- E quando ela chega?
- Daqui 2 horas - justin respondeu.
Já tinha se passado 2 horas e nada dela, eu estava ansiosa teria coisas à tratar com ela. Ouvi a campainha tocar e Justin foi atender.
Mccurdy quanto tempo – justin ia em direção dela de braços abertas – Você ta tão grande – ele finalmente abraçou ela.
- Primeira coisa não me abrace – Justin rapidamente se afastou dela – segunda não fale como se eu tivesse 14 anos, você é apenas 1 ano mais velho do que eu – ela falou rude e seria.
- Você continua o mesmo amor de pessoa – ele riu irônico.
- E você o mesmo babaca – revirando os olhos ela veio até mim.
- Você que é a Sr.Bieber? – ela falou em um tom mais irônico possível.
- Sim sou eu – sorri sínica.
- Quem diria que Justin Bieber se casaria – ela aplaudiu rindo.
A ironia dela me impressiona.
- Vamos ao que interessa? – falei interrompendo sua seção de ironias.
- Cadê o Dilan? – Justin perguntou
- Se arrumando  - Justin segurou a risada.
- Eu garanto que dessa vez eu mato ele – ela revirou os olhos.
- Depois de encontrar a Sophia ele é todo seu – ele falou e nos sentamos.
- Dilan  - Gritei – Vem logo, só falta você.
- To pronto – eu fiquei de boca aberta ao ver ele, tava mais gostoso do que era antes.
- Jennette se você não pegar eu pego – eles riram, menos Justin que me fuzilou com os olhos.
Eles começaram a explicar tudo a ela, eu fiquei meio que excluída tive a impressão que pra eles eu seria inútil.
- Tem um quarto pra você ali, pode se acomodar – Justin falou encerrando o assunto.
- Eu te acompanho – me levantei.
Levei ela até o quarto, seria o único lugar que a gente poderia falar em particular.
- Eu quero uma arma – fui direta ao ponto.
Ela tirou uma arma da sua cintura e entregou em minhas mãos.
- Acha que é capaz de ir lá e estourar os miolos daquelas cara? – ela perguntou seria e me encarava esperando sinceridade.
- Eu sou capaz de fazer tudo para proteger minha filha – ela pegou a arma da minha mão.
- Eu vou ser a ultima à entrar, não vou passar pela porta quando a gente se encontrar eu te entrego – suspirei aliviada.
- Obrigada – me levantei e fui em direção a porta.
- Eu não sei como é ser mãe, mas sei que se fosse eu no seu lugar faria o mesmo, que dizer pior.
- Eu teria pena deles se fosse você – sorri – Eu sou uma fraca e sempre você – tentei segurar minhas lagrimas.
- Você não é fraca, olha tudo que você passou – ela me abraçou – Admiro uma pessoa que nasceu em berço de ouro e sempre foi protegida pelo papai ter tido a coragem e a garra que você teve.
- O Justin te contou tudo? – limpei minhas lagrimas.
- Sim, eu dei uma baita bronca nele eu não ensinei aquele garoto a ser covarde com mulher – não contive a risada.
- Mais pode deixar que agora eu tenho uma arma guardada – mandei uma piscadela.
- Não tenha pena de usar – ri assentindo e sai do quarto.

Agora sim eu me sentia segura em ir com eles, sei que vou precisas dessa arma. Eu quero usar essa arma, ninguém alem de mim vai matar aquele filho da puta. 

Oi gente quanto tempo né? Desculpa pela demora e o tamanho to em semana de provas :( e meu pc inventou de quebrar. Ta ai espero que gostem acho que vamos ter apenas mais 3 capitulos e depois 2 temporada \0/ bjss da Drika comenteeeeeeeeeeeeeeeem 


segunda-feira, 5 de agosto de 2013

A dama e o vagabundo - Capitulo 51

Leiam minhas fanfic >> http://animespirit.com.br/drikajb/fanfics
- Sophia fala papai - eu brincava com ela tentando não ficar com raiva da Lisa.
- Justin - Sophia falou.
- Desisto - bufei me rendendo.
- É mais cabeça dura que o pai - Lisa entrou no quarto.
Fiquei em silencio eu ainda estava com raiva era capaz de fazer besteira.
- Justin - encarei ela - Não vai falar comigo?
Continuei em silencio.
- O Victor já foi embora e eu vou no mercado com o Dilan - apenas assenti - Cuida da Sophia.
Ela saiu bem brava pelo visto.
- Já to indo - ela voltou.
Tentei segurar a risada eu sabia que ela iria voltar.
- Fala comigo eu odeio isso - ela se sentou ao meu lado esperando resposta.
- Liga pro Victor talvez ele fale com você.
- Mais eu quero conversa com você - ela me abraçou.
- Vai mesmo ficar enchendo meu saco? - me rendi e abracei ela também.
- Sim, até você falar que me ama e não esta com raiva.
- Eu te amo - selei nossos lábios.
- Pelo menos o eu te amo eu recebi - ela revirou os olhos e saiu.
Eu já estava a meia hora tentando distrair a Sophia, mas já estava quase impossivel. Ouvi uns barulho vindo da porta com certeza era ela.
- A mamãe chegou, vem Sophia - peguei ela no colo.
Fui para sala com Sophia, mas me deparei com Victor lá.
- O que você quer aqui? Veio atrais da Lisa?
- Não, eu sei que a Lisa não estar aqui.
Alguns cara entraram e eu conhecia eles.
- Filho da puta eu sabia que você ia aprontar alguma coisa - puxei a arma da minha cintura.
- É melhor abaixar essa arma - ele riu - Olha que esta no seu colo.
- O que você quer?
- Solta a arma e me entrega a garota - eles apontavam a arma para a gente.
Soltei minha arma e entreguei ela, eu não podia fazer nada se não seria pior.
- Por quê se aliou ao meu tio? Victor ele nunca faz o que promete.
- Eu falei pra Lisa, que se eu não tive direito de ter meu filho você também não teria - os olhos ferviam de ódio.
- A Sophia não tem culpa disso.
- Ela abortou eu pedi para ela não fazer isso.
- Victor você ta doente olha tua situação.
- Era pra ser eu com ela, eu amava tanto ela, mas ela me traiu a nossas vida era perfeita.
- A Lisa nunca te traiu, ela me contou tudo.
- Ela me traiu sim eu vi as foto - ele gritava a Sophia olhava tudo assustada.
- Não se vinga nelas, me mata mais deixa elas, eu sou o culpado de tudo - eu implorava.
- A Lisa acabou com minha vida e você também eu poderia ter tido outra chance com ela, mas você atrapalhou tudo.
- Não ver que você não era a pessoa certa para ela? Tudo liga eu e a Lisa. Olha como a vida me conectou a ela, para com essa paranoia e deixa a gente em paz.
- Ele é todo de vocês - Victor ordenou e eles vinheram até eu.
- Não faz nada com ela... - foi impedido de continuar por um forte soco em meu rosto.
Eles me espancavam e eu não podia fazer nada. Sophia olhava tudo chorando o meu desespero maior era isso, não eu não queria que ela me visse daquela forma sendo espancado.
- Tira ela daqui - eu gritava enquanto continuava a receber socos.
- Já chega, ele já aprendeu uma lição deixem ele ai e vamos - eles me soltaram e foram seguindo Victor.
- Sophia - gritei novamente.
- Papai - ele me chamava com suas pequenas mãozinha.
Aquilo destruiu meu coração, eu não poderia fazer nada, eu não tinha forças. Minha vista foi ficando escura, quando me dei conta já me perdia em total escuridão.
Lisa P.O.V
- Justin - fechei a porta entrando em casa junto com Dilan - Chegamos.
- Lisa - Dilan falou paralisado enquanto olhava para a sala.
- O que foi? - entrei na sala e vi Justin jogado no chão todo machucado.
- Justin fala comigo - Dilan gritou enquanto tentava ter algum sinal de vida do Justin.
Eu estava em choque, não conseguia me mover. O que tinha acontecido ali? E a Sophia cadê ela?
- A Sophia cadê ela? Como ele está? - meus olhos se encheram de lagrimas.
- Ele só está desmaiado, vai procurar a Sophia - ele estava no mesmo estado que eu, mal conseguia falar.
Procurei ela por todo canto da casa e ela não estava lá, entrei em total desespero. As lagrimas caiam e eu mal conseguia me mover.
- Ela não está em lugar nenhum Dilan - me encostei na parede buscando apoio - Ela não esta aqui - falei derrotada.
Deslisei sobre a parede sentando no chão, abracei meus joelhos e chorei como uma garota de 5 anos quando perde sua boneca preferida. Eu sentia vontade de morrer, eu sabia que o tio do Justin estava envolvido nisso.
Meu celular tocou, tirei do bolso vendo que era Victor.
- Victor pegaram a Sophia - eu gritava desesperada.
- Eu sei - ele deu uma risada em um tom maligno - Ela está comigo Lisa, eu te avisei, mas pelo visto você pensou que eu tinha superado tudo. Eu não superei, eu nunca vou superar.
- Já não acha que minha vida já está complicada demais? Victor eu confiei em você, não faz nada com ela - as palavras eram difícil de sair em meio ao choro - Eu faço o que você quiser.
- Proposta tentadora, é uma pena que a pessoa que eu me aliei já esteja de olho em você.
- De quem você ta falando? - coloquei no viva voz para que Dilan ouvisse.
- Ainda não adivinhou? Deve ser muito ruim nascer jurada a morte não é mesmo Lisa? - ele deu mais uma de suas risadas - E tantas vezes eu tentei te proteger e você nem percebia, era melhor assim a princesa  não poderia saber que estava em perigo. Realmente a sua vida é de dar inveja, quem não queria ter a sua vida Lisa?. É jurada de morte, protegida a vida inteira pelo papai e tem uma vida de princesa, se apaixona perdidamente pelo príncipe, mas trai ele e não gosta de uma doce vingança. Vive um drama de gravidez na adolescência, mas aborta como se tivesse falando de um animal. Se apaixona por um mero vagabundo que por incrível que pareça já tinha ligações com vocês, tem uma filha, mas não aguenta a pressão de ter um drogado em casa e foge como se isso só fosse a sua vida e a de mais ninguém. É Lisa quanta adrenalina, mas no final o mostro da historia sempre foi você que só pensou em si mesma e esqueceu que tinha mais pessoas envolvida nisso. Sabe eu senti até pena do Justin, ficou dois anos sem ver a filha por pura infantilidade sua, ta vendo Lisa, você sempre foi o monstro da historia, o motivo pelo qual tudo se tornava pior.
- Tem razão Dilan eu sou um monstro - limpei minhas lagrimas - Só que você só viu o meu lado monstro quando se diz respeito a sentimentos, mas você nunca viu meu lado monstro quando alguém se mete com as pessoas que eu amo.
- Isso é uma ameaça?
- Isso é só um aviso que a princesinha que você sitou tantas vezes hoje, morreu de vez e só tem o monstro agora.
- Canadá fez bem para você pelo visto - ele riu.
- Você não imagina o quanto.
- Estou te esperando monstrinho, com certeza o Dilan sabe onde nós estamos.
- Me aguarde - desliguei o celular.
Comecei a chorar novamente buscando forças para encarar tudo aquilo de cabeça erguida.
- DROGA - gritei jogando o celular contra a  parede.
Fui até onde Justin ainda estava estirado no chão, me sentei ao seu lado e deitei minha cabeça em seu peitoral sentindo sua respiração fraca.
- Justin acorda por favor - minhas lagrimas molhavam seu peitoral - Eu preciso de  você.
- Calma, ele vai acorda daqui a pouco, ele apanhou muito. É melhor deixar ele no quarto, não é bom ele ficar nesse chão.
Ajudei Dilan a colocar ele na cama e peguei um kit primeiro socorros e limpei seus ferimentos.
- Lisa - ouvi a voz fraca de Justin me chamar - Lisa - ouvi meu nome novamente.
- Eu to aqui - segurei em sua mão.
- Eu te amo - ele sorriu fraco.
- Eu também te amo - selei nossos lábios.
- Eu vou matar eles - seu olhar me dava segurança.
- Eu sei que vai.
- Não chora - suas mãos percorreram meu rosto limpando minhas lagrimas - Me faz parecer fraco.
- Você não é fraco - me deitei ao lado dele encostando minha cabeça em seu peitoral.
- Ela me chamou de papai antes deles levarem ela - ele também liberou suas lagrimas.
- Eles foram covarde, te pegaram desprevinido.
- Me desculpa por tudo? Me desculpa por algum dia ter agredido você, me desculpa por te dar mais motivos de tristeza do que de felicidade, desculpa por ser incapaz de proteger vocês.
- Eu te desculpo por você ter me agredido, mas você sempre me deu mais motivos para ser feliz e eu sei que você é capaz de proteger a gente.
- Mais vai estar, porque essa luta agora é de nós dois.
- A gente vai trazer ela de volta.
- A gente vai matar eles.


Pronto, me desculpem se eu não postar muito é porque to em provas :( . Foi grande mereço muitos comentarios não é mesmo?
bjss até a proxima.
Leiam minhas fanfic >> http://animespirit.com.br/drikajb/fanfics

sábado, 3 de agosto de 2013

A dama e o vagabundo - Capitulo 50

Aviso importante no final.
Passamos horas juntos, Sophia parecia se diverti com minhas idiotices. Dessa vez sim eramos como uma família, isso me deixava feliz.
- Vamos pra casa - Lisa repetia aquilo pela terceira vez agora mais seria.
- Tá bom mamãe - peguei Sophia no colo me levantando.
Eu dirigia em silencio, mas queria tocar no assunto do Brasil. Tomei coragem e falei.
- Lisa eles vão vim atrais de vocês - tirei a atenção da estrada e a encarei.
- Esse assunto de novo Justin - bufei e voltei a prestar atenção na estrada.
- Você acha mesmo que isso não vai acontecer? - revirei os olhos - Lisa se eles te encontraram antes, não duvide que eles te encontrem agora.
- Você que voltar pro Brasil? Tem certeza? Porque olha se você quer mesmo virar vizinho do seu tio, desculpa mais eu não.
- A gente vai ficar escondidos. Eles não vão nem imaginar que a gente ta lá.
- O que te faz achar que isso não vai acontecer?
- Seu pai, ele não é a melhor pessoa do mundo, mas ele nunca ia negar segurança pra vocês.
Lisa olhou para o banco de trais observando Sophia.
- Eu tenho outra opção? - ela voltou a me encarar novamente.
- Não.
                                                               (...)
- Não, eu não vou brinca de boneca com você - repetia aquilo novamente para Sophia.
- Por que não? - ela abraçava aquela enorme boneca.
- Porque eu sou homem e homens não brincam de boneca.
- O tio Dilan brinca comigo.
- O tio Dilan é gay o papai não - dei um beijo na buxexa dela.
- Justin não custa nada fazer isso - Lisa arrumava aquela sala como uma verdadeira dona de casa.
- Lisa eu não vou brincar de boneca com a Sophia - ela deu uma risada.
- Depois não fica com ciumes do Dilan.
- Não vou ficar - a puxei pelo braço fazendo ela sentar no meu colo - Não dou 1 mês pra Sophia estar morta de amores por mim.
- Quem te iludiu tanto assim?
- Eu sou Justin Bieber sei o meu poder - selei nossos lábios.
- Convencido - ela revirou os olhos.
- A gente vai pro Brasil ou vai continuar com birra?
- Vamos justin  - ela bufou.
- A gente vai amanhã.
- AMANHÃ? - seu grito quase me deixou surdo
- É melhor se apreçar - dei de ombros, não queria ouvir o discurso da Lisa.
Ela saiu fumaçando de raiva e por incrível que pareça não falou nada.
                                                  (...)
- Não mãe não tem como a gente ficar - minha mãe já enxia meu saco a horas pedindo pra gente ficar.
- Até você Dilan vai com eles? - e ela continuou o drama.
- Eu tenho que ajudar o Justin.
- Sabe que no começo eu achei que você e a Lisa namoravam - minha mãe comentou arrancando gargalha dos dois.
- Eu com o Dilan? Nunca - Lisa não parava de rir.
- Digo o mesmo Lisa. Eu até entendo o Justin as vezes da uma lição na Lisa não tem que suporte, até eu fiquei com vontade - fiz um toque com Dilan.
- Finalmente alguém me entende - vibrei.
- Eu odeio vocês dois - ela falou irritada - Eu sou tão chata assim? - ela parecia que iria chorar.
Lisa brava, carregando Sophia em seu colo.
- tchau mãe - abracei ela - vou ter que ficar horas pedindo desculpa pra ela.
- Boa sorte pra vocês dois - ela deu mais um de seus meigos sorriso.
Eu já estava a horas dentro daquele avião pedindo desculpa, mas ela não aceita.
- O que a gente tem que fazer pra você nos desculpar? - Dilan perguntou.
- Justin vai brincar de boneca com a Sophia - olhei incrédulo para ela - E Dilan pode começar a fazer uma massagem nos meus lindos pés.
- Pelo visto você já descobriu que o Dilan tem horror a tocar nos pés dos outros - ela deu uma alta risada.
- Sim, ele me contou.
- Você se tornou uma pessoa mal Lisa - Dilan se sentou começando a massagear os pés de Lisa.
- Vocês não viram nada - sua risada era ameaçadora.
- É Sophia parece que eu vou ter que brincar de boneca com você - bufei sentando ao lado dela.
Lisa P.O.V
- Faça isso direito Dilan - eu ria da cara dele.
Já que existe poucos meios de vingança dentro de um avião, escolhi os mais simples. Ainda mais quando o avião é clandestino e não é um dos melhores que eu já vi.
- Dilan - sussurrei baixo para Justin não ouvir - Eu quero uma arma.
- O que? - ele sussurrou também.
- Eu quero uma arma.
- Lisa o Justin vai me matar se eu te der uma arma.
- Eu não quero saber se o Justin vai gostar ou não - revirei os olhos - Eu quero uma arma porque eu posso muito bem decidir o que é melhor pra mim.
- Toma - ele tirou a arma da cintura - Esconde isso, depois eu pego outra pra mim.
- Obrigado - coloquei a arma presa em minha cintura.
                                                  (...)
- A gente vai ficar aqui? - perguntei surpresa ao ver a casa.
- É melhor do que aquela casa que vocês estavam vivendo - Dilan respondeu entrando na casa.
- Já que voltar pro luxo princesa? - ele riu.
- Não to reclamando - bufei - Eu só achei que a gente ia voltar pra casa do meu pai.
- Seu pai não me deixaria nem chegar perto de lá.
- E por que falou que a gente contaria com a ajuda dele aqui? - cruzei os braços esperando sua resposta.
- Pra você vim e parar de ser teimosa.
Entrei deixando ele sozinho lá. Eu queria ver minha família agora vou ter que ficar presa aqui. Eu queria falar com Victor com certeza ele iria me ajudar.
- Lisa a gente vai sair - Justin me gritou.
- Ok - gritei de volta.
Era a oportunidade perfeita pra mim ligar pro Victor, o Justin jamais deixaria eu ligar pra ele.
- Victor - falei assim que ele atendeu - Sou eu a Lisa.
- Lisa? - ele falou surpreso.
- Eu to no Brasil, e quero que você me encontre, mas não conta para ninguém.
- Ok, me passa seu endereço.
- Vou mandar por SMS tenho que desligar.
Desliguei o celular e mandei o sms para o Victor, agora é só esperar o Victor chegar. Vou ouvir um monte do Justin mais sei que ele vai nos ajudar também.
Victor POV
- Você não vai acreditar que me ligou.
- Quem?
- A mulher do seus sobrinho, nossa querida Lisa - ri descaradamente.
- Ela tá à onde?
- No Brasil e eu posso apostar que ela esta com o Justin.
- Se aproxime deles Victor, não der suspeitas que se aliou à mim, meu sobrinho não é burro ao contrario é bem inteligente.
- Pode deixar - peguei as chaves do meu carro - A pirralha é minha não se esqueça.
- Se você quer matar a filha deles tudo bem, mas nem tente me atrapalhar com a Lisa, eu sei que você já foi apaixonado por ela.
- Já fui, não sou mais - sai de lá em direção à casa da Lisa.
Justin P.O.V
- Chegamos - entrei em casa e fui em direção a sala.
- Quanto tempo Justin - senti meu corpo ser dominado pela raiva quando vi aquele filho da puta do Victor na minha casa.
- O que ele ta fazendo aqui? - encarei Lisa esperando uma resposta.
- Ele é meu amigo e eu pedi pra ele ficar aqui com a gente.
- Eu não quero ele na minha casa - quando me dei conta já estava gritando.
- Pois é bom começar a querer - ela se levantou vindo em minha direção - Ele vai ficar aqui sim.
Sai de lá fumaçando de raiva, eu estava totalmente submisso a Lisa. Ela que ultimamente estava dando as cartas do jogo, eu não poderia fazer nada.


Prontinho amores, espero que tenham gostado. Acho que vamos ter só mais 5 capitulos.
Aviso importante:
Teremos segunda temporada \0/ só que vai ser postado no animespirit, depois passo o link pra vocês.

Favoritem minhas outras fanfinc:
>> http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-justin-bieber-amor-de-hater-962145
>>http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-demi-lovato-entre-o-ceu-e-o-inferno-876396

terça-feira, 30 de julho de 2013

A dama e o vagabundo - Capitulo 49

Passamos horas ouvindo as bronca da Pattie, eu e o Justin brigava como duas crianças, um colocando culpa no outro.
- Ele me agredia Pattie - Me defendi.
Ela olhou para Justin surpreso.
- A sophia tem medo de mim por causa dela - ele rebateu.
- PAREM! - ela respirou fundo e continuou - Justin não te mandei pro Brasil pra virar bandido e muito menos pra bater em mulher.
- Ta vendo idiota - dei um soco no ombro dele.
- Lisa não se resolvem problemas fugindo como uma adolescente de 15 anos.
- Ele ameaçou tirar a Sophia de mim - cruzeis os braços brava.
- Porque você queria cair na balada.
- E quem foi o primeiro a querer ir pra farra? Quando você chegou em casa não me encontrou por que? - arquei as sobrancelhas o encarando.
- Eu só homem porra, já tinha meses que a gente não fodia.
- Justin - Pattie gritou - Os dois estão errados, agora chega de brigas - ela se levantou e foi pro rumo da Sophia.
- Idiota - dei língua.
- Patricinha - ele me beijou - A gente vai voltar pro Brasil.
- Não - me levantei ficando de frente pra ele - Eu não vou!
- Não tem querer Lisa, a gente vai voltar.
- Eu já disse que eu não vou.
- Ok - ele bufou - Fica ai e espera o filho da puta do meu tio, ele vai adorar.
- Ele é um gostoso, acho que vou ficar aqui e esperar ele mesmo - dei uma risada irônica.
Justin me olhou bravo e segurou meu braço com força.
- Repete? - ele me olhou bravo.
- ELE É UM GOSTOSO, ACHO QUE VOU FICAR AQUI E ESPERAR ELE MESMO - Falei gritando cada uma daquelas palavras.
Ele me encarava enfurecido, eu devolvia com olhares desafiadores.
- Algum problema Justin? - continuei provocando.
- Nenhum - ele me soltou.

Sorri vitoriosa.

Olhei para o lado, Dilan, Pattie e Sophia, olhavam aquela cena assustados.
- Vem Sophia - Peguei ela no colo - Já chega por hoje vamos pra casa.
- Lisa deixa ela aqui - O olar de Pattie implorava.
- Você que ficar Sophia? - olhei pra ela esperando sua resposta.
Sophia olhou para Justin e pareceu pensar bem.
- Não mamãe - ela me abraçou forte.
- Por que Sophia? - Pattie perguntou.
- Medo - ela apontou pro Justin novamente, deixando tudo pior.
- Acho melhor a gente ir embora Sophia.
Sai rapidamente dali.
- Lisa - ouvi Justin me gritando - Eu deixo vocês em casa.
- Eu não vou pra casa, eu vou levar a Sophia no parque.
- Eu levo vocês lá - ele forçou um sorriso.
- Não precisa.
- Deixa Lisa, me dar uma chance com ela - seus olhos me encaravam tristes.
- Vamos - entrei no carro.
                                   (...)
Chegamos no parque, em todo o caminho fomos em completo silencio.
- Mamãe - Sophia aprontou pro carrinho de sorvete.
- Você quer? - ela assentiu - Só se você ficar com seu pai enquanto eu vou comprar - ela ficou pensando novamente - Parece que alguém aqui não quer ganhar sorvete de chocolate.
- Chocolate? - ela falou animada.
- Sim - entreguei ela pro Justin já entendendo aquilo como um sim.
Justin POV
Lisa tinha convencido Sophia a ficar comigo. Eu não sabia o que fazer e nem o que falar. A garota tinha medo de mim.
- Você quer esperar sua mãe ali? - apontei para a arvore com uma enorme sombra.
Ela apenas assentiu, ainda me encarando assustada.
- Eu tenho um presente pra você Sophia - falei me lembrando que tinha esquecido de entregar a ela.
Tirei uma caixinha de veludo do bolso e tirei o pequeno colar de lá.
- Vocês gostou? - ela assentiu - Tem mais - Abri o pingente de coração onde tinha uma foto de nós três juntos, assim que ela nasceu.
- Eu? - ela apontou pro bebê da foto.
- Sim, eu, você e sua mãe - ela sorriu.
Coloquei o colar no pescoço dela e ela pareceu adorar. Sophia era muito inteligente pra quem tinha dois anos.
- Sophia você não precisa ter medo de mim, eu te amo.
- Ama? - ela brincava com o pingente do cordão.
- Sim, você promete não ficar com medo de mim? - sorri pra ela.
- Prometo - ela me abraçou.
Senti a emoção tomar conta do meu corpo com aquele abraço. Me senti verdadeiramente pai, desde que eu cheguei ali, ela só tinha medo de mim então aquele abraço foi como um premio.
- Voltei - Lisa chegou com 3 sorvetes.
Eu ia fazer maior mas eu já tinha demorado demais pra postar. Ta ai comentem pfv

sábado, 27 de julho de 2013

A dama e o vagabundo - Capitulo 48


Favoritem minha proxima fanfic: http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-justin-bieber-amor-de-hater-962145
Lisa P.O.V
( lembrando que eu não sou boa em hot )
- Não Justin - tentei empurrar ele - Não vou mais se besta pra você.
- Shhi - ele colocou seu dedo na minha boca.
Puta que pariu eu tinha mesmo que ser tão fraca assim? O toque dele me deixa louca, eu não consigo resistir. Ele beija cada canto do meu pescoço, me deixando mais louca do que eu já estava.
- Você sentiu saudades? - senti sua mão deslisando pelo meu corpo.
- Não - deixei o orgulho falar mais alto.
Suas mão chegaram até minha vagina. E não, eu não acredito que ele faria isso. Seus dedos me penetraram.
- Tem certeza que não sentiu saudades? - ele tinha um sorriso safado no rosto.
Passei meu braços em volta do pescoço dele e o beijei, dando um foda-se a tudo.
- Eu senti sua falta, muita falta - o abracei
Envolvi minhas penar no meio de sua cintura, deixando nossos corpos colados um no outro. Seus beijos eram quentes e lentos, cada canto do meu corpo que seus lábios tocavam, eu me arrepiava cada vez mais. Nos livramos de toda nossas roupas rapidamente, precisava dele, precisava dele dentro de mim.
- Nunca mais fica longe de mim - ele sussurrou no meu ouvido com aquela voz rouca e sexy.
- Nunca mais me de motivos pra ficar longe de você.
- Eu poderia te promete, mas eu sou Justin Bieber - rimos juntos.
Justin finalmente começou a penetrar em mim, e aquilo era bom, era muito bom. Justin conseguia ser único em tudo. Nenhum cara é bom o suficiente pra disputar com Justin Bieber.

Ele acelerava sua penetração aumentando a intensidade dos meu gemidos. Era como se nós fossemos perfeitos um para o outro, como se nossos corpos se encachacem da forma mais perfeita. Quando estamos juntos tudo é perfeito. A forma como ele me faz gemer seu nome em cada penetração. Como ele fica quando eu beijo o seu pescoço, tudo é perfeito.

Ele continuou aumentado a velocidade de sua penetração e quando seus lábios encostavam no meu pescoço, me deixava cada vez mais louca. Oh aquilo era prazer, fazer sexo com Justin Bieber era puro prazer.
                                                                 (..)
Nós se arrumava naquele pequeno espaço do banco de trais do carro, se apertando um pouco conseguimos. Eu sorria boba pro Justin. Como eu podia uma hora estar morrendo de raiva e outra hora amar ele ainda mais.
- Vamos voltar? Acho que o Dilan deve ta louco com aquele monte de criança.
- Vamos - selei nossos lábios.
Entrei abraçada com o Justin, se fiquei envergonhada com todos olha pra gente? Sim eu fiquei.
- Sophia vem pro papai - ele pegou Sophia no colo.
- Pronto Sophia agora você tem seu papai coruja de volta - dei um beijo na buxexa dela.
- Ela já sabe falar?
- Claro né Justin - falei como se fosse obvio.
- Por que ela não fala nada pra mim?
- Calma ela tem dois anos e ta assustada - peguei Sophia do colo dele - fala alguma coisa pro papai ouvir.
- Fala Sophia - ele reforçou.
Ela me olhou com cara de choro, e eu distrai ela com outra coisa.
- Se sente culpada por isso?
- Nenhum pouco - dei língua.
- Tentando descobri quem tem dois anos aqui - ele me beijou - Eu tenho uma surpresa pra você amanhã Sophia você gosta de surpresa? - ela apenas assentiu.
- Nem vou perde meu tempo perguntando o que é - revirei os olhos.
- Bom mesmo.
Todos tinha ido em bora, finalmente. Ficou apenas nós três em casa, estamos uma verdadeira família. Sophia não queria dormi de jeito nenhum, então deixei ela assistindo. E o Justin? Coloquei ele pra trabalhar me ajudando a arrumar a casa, agora vai ser assim. Aproveitei pra contar tudo que aconteceu pro Justin nesses dois anos.
- Ele matou sua amiga? - seus olhos me encaravam tristes.
- Ela morreu tentando me ajuda - meus olhos se encheram de lagrimas.
Justin me abraçou
- Não fica assim princesa - chorei em seus braços por alguns minutos.
Já tinhamos terminado tudo, voltei pra sala com Justin.
- Ela dormiu - falei observando Sophia dormi no sofá.
Justin a pegou em seus braços.
- Onde é o quarto dela?
- Ela dormi comigo - ele me olhou triste.
- Porra Justin para com isso - dei um soco em seu ombro.
Fomos para o quarto, deitamos os três juntos como uma família, Sophia estava no nosso meio. E foi assim a noite inteira os três coladinhos um no outro.
                                                                 (...)
Acordei meio sonolenta no dia seguinte, eles dois ainda dormia. Me levantei e fui me arrumar, depois limpei tudo, e preparei um café divino para aqueles dois dorminhocos. Agora sei pra quem a Sophia puxou dorminhoca desse jeito.
- Cheguei - Dilan entrou gritando.
- Como sempre escandaloso - o abracei.
- Cade o Justin? - ele falou saindo dos meus braços.
- Dormindo com a Sophia.
- Eu falei que ela era a copia do Justin - concordei rindo.
- Ela ficou tímida com o Justin - me sentei.
- Ele deve ter assustado ela pelo jeito que ele chegou.
Ouvi uns barulhos do quarto.
- Ta ouvindo isso? - falei me levantando indo em direção ao quarto.
- Posso te ajudar a se arrumar se quiser? - Justin tentava conversa com Sophia.
Ela negou o encarando assustada.
- Por que não Sophia? Ele é seu pai - andei em direção a eles.
Ela não falava nada, apenas encarava Justin. Ele não era assim com ninguém, ao contrario falava até demais.
- Deixa Lisa ela não quer falar comigo - ele me encarou triste.
Porra ele tinha mesmo que me fazer se sentir culpada.
- Ela só ta assustada Justin.
- Eu sei porra - ele falou bravo e saiu do quarto.
- Sophia ele é seu pai você pode falar com ele - me ajoelhei ficando da sua altura.
- Medo mamãe - ela me abraçou.
- Ele não vai fazer nada contra você ele te ama - peguei ela no colo e fui em direção ao banheiro.
- Medo - ela só falava isso.
Eu me senti mal e culpada por Sophia ter medo do Justin, não queria isso.
- Olha só ela ta linda que nem uma princesinha - Dilan falou assim que nos viu.
Sophia logo pulou nos braço do Dilan. Ela era uma verdadeira apaixonada por ele.
- Ta ficando pesada Sophia - ela rodava ela.
Justin nos encarava bravo, poxa nunca quis aquilo, Sophia sempre gostava de conhecer pessoas novas. Ela sempre foi esperta, talvez isso a tenha deixado com medo do Justin. Ela era esperta.
- Vamos tomar café - nos sentamos.
O clima estava pesado então resolvi conversa.
- Qual era a surpresa que você tinha pra Sophia? - encarei Justin.
- Mais tarde - ele falou seco.
Me calei depois daquela.
- Sophia ta calada por que? - Dilan perguntou fazendo gracinha para ela.
- Medo - ela apontou pro Justin.
Ouvi apenas o estrondo do soco que Justin deu na mesa antes de sair furioso. Fui atrais dele.
- Poxa Justin da um tempo pra ela.
- Minha filha tem medo de mim porra - ele gritou.
- Ela só se assustou com o jeito que você chegou ontem.
- Isso não tira o fato dela ter medo de mim - os olhos dele se encheram de lagrimas.
Dei um abraço apertado nele.
- Você vai ganhar a confiança dela calma.
                                                            (...)
Justin estava nos levando pra casa dele, imagino que vou ter que me explicar com a Pattie. Eu tinha me tornado bem próxima dela. Ela só não estava na festa ontem porque tinha outras coisa pra resolver. Eu nunca contei pra ela que Sophia era sua neta, concerteza ela vai me matar quando descobrir.
- Chegamos - Justin parou em frente a casa dele.
- Vai na frente eu vou falar com a Sophia.
Eles assentiram e foram.
- Sophia sabe a Pattie? - ela assentiu - Ela é sua vó.
- Minha vó? ( não vou imitar voz de criança, mas vou tentar parecer um pouco)
- Sim, ela é mãe do seu pai Justin.
- Medo mamãe - ela repetiu aquilo novamente quase chorando.    
- Não Sophia - dei um abraço nela - ele é seu pai.
- Tenho medo mamãe - ela se soltou dos meu braços.
- Ele não vai te fazer nada, ele é que nem o tio Dilan.
- Ele é legal? - ela abriu um sorriso enorme.
- Sim ele é legal - ela fechou o sorriso - Você vai falar com ele não é mesmo?
- Não mamãe, medo - bufei sem paciência.
Peguei ela no colo e fui em direção a casa. Eu tinha que ter mimado essa menina?.
- Chegamos.
Pela cara que a Pattie me olhou ela já estava sabendo de tudo.
- Minha neta não é mesmo Lisa?
- Desculpa Pattie - sorri sem graça.
- Os dois sentados aqui - ela apontou para o sofá - Vão me explicar tudo isso.
Pelo visto hoje seria um longo dia.

Bom amores vamos ter mais de 50 capitulos pelo que eu percebi, ainda tem algumas coisas pra acontecer, pra alegria ou tristeza de vocês . Comentem ta tendo muitos pouco comentarios, quanto mais comentarios mais rapido eu posto.
Favoritem minha proxima fanfic: http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-justin-bieber-amor-de-hater-962145
Leiam essa minha outra fanfic:  http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-demi-lovato-entre-o-ceu-e-o-inferno-876396/capitulo8

quarta-feira, 24 de julho de 2013

A dama e o vagabundo - Capitulo 47

Depois que acabar essa eu vou postas no anime e vai ser essa fanfic favoritem ela >> http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-justin-bieber-amor-de-hater-962145
Justin P.O.V
Consegui pegar um avião que fosse pro Canadá não via a hora de fazer minha surpresa amanhã no aniversario da Sophia. Melhor ainda não via a hora de ver a cara que a Lisa iria fazer ao me ver.
                                             (...)
- Dilan já cheguei em Stratford - falei assim que ele atendeu.
- Eu te encontro em casa - desliguei.
Eu não via a hora de chegar em casa e abraçar minha mãe, por mais que ela fosse encher meu saco. Mais tarde vai ser a vez de ver a Lisa e a Sophia.
- Mãe - abri os braços para abraçar ela.
- Justin que saudades - ela me abraçou forte - Você não avisou que vinha.
- Queria fazer uma surpresa.
- Que bom que você veio, eu quero mesmo conversa com você - revirei os olhos.
- Mal cheguei já vou ganhar bronca? - ela assentiu - Deixa eu descansar primeiro? Hoje tenho varias coisas pra resolver e amanhã tenho uma surpresa pra você - dei um beijo na buxexa dela e sai.
Agora é só esperar a hora de fazer minha visitinha.
               (..)
- Justin acorda - Dilan me gritou.
- Que foi? - falei ainda sonolento.
- Já to indo, eu anotei o endereço pra você, ta em cima da mesinha - eu assenti e ele saiu.
Me levantei e fui tomar banho. Durante o banho pensei em tudo que eu iria fazer.
                            (...)
Eu já estava a um bom tempo na frente da casa da Lisa. Dilan iria me mandar uma mensagem avisando quando eles focem começar a cantar parabéns. Meu celular vibrou era uma mensagem dele.

Sai do carro, e fui em direção a casa dela. Quantas saudades eu sentia de ver elas, tudo que eu queria era um abraço, mas não agora.
- Cheguei a tempo de cantar parabéns? - todos pararam para me olhar.
- J-Justin - Lisa falou surpresa - O que você ta fazendo aqui?
- Achou mesmo que eu não viria para festa da minha filha? - Peguei Sophia do colo de Lisa - O papai sentiu saudades - dei um beijo na buxexa da Sophia.
- Quem te falou aonde eu estava?
- Minha familia mora aqui eu vim fazer uma visita pra eles e olha quem eu encontrei? - sorri sínico.
- Idiota - ela sussurrou baixo.
segurei ela pelo braço e sussurrei em seu ouvido.
- Quando cantarem parabéns pega as chaves e vai pro carro - soltei ela.

Ela saiu brava.

Cantamos parabéns e fiz questão de continuar provocando.
- Ta na hora da foto em familia não é mesmo Lisa?
Fiquei ao lado delas e tiraram fotos.
- Eu tinha motivos pra fugir - ela continuou sussurrando e sorrindo para ninguém perceber o clima entre nós.
- E eu tenho motivos pra fazer muitas coisas com você, vai pro carro agora - falei serio.
Ela deixou Sophia com Dilan e foi para o carro, eu fui atrais.
- Entra no banco de trais - ela entrou e eu também em seguida.
- Vai fazer o que Justin? Me bater, me matar?
- Eu te disse que eu iria mudar não foi?
- Só to custando acreditar.
- Posso provar se você quiser.
- Como?
Empurrei ela gentilmente sobre o banco ficando por cima dela.
Eu poderia te matar não é mesmo? Mas eu passei dois anos sem você se for pra mim te matar que seja de prazer.


Eu sei que eu prometi Hot só que hoje to sem tempo, se eu fosse fazer hot não iria postar hoje, mas no proximo tem hot \0/. Comentem pfvv.
Depois que acabar essa eu vou postas no anime e vai ser essa fanfic favoritem ela >> http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-justin-bieber-amor-de-hater-962145
Leiam a minha outra fanfinc por enquanto >> http://animespirit.com.br/fanfics/historia/fanfiction-idolos-demi-lovato-entre-o-ceu-e-o-inferno-876396

segunda-feira, 22 de julho de 2013

A dama e o vagabundo - Capitulo 46

Aviso importante no final do Capitulo 
- Lola – entrei nervosa, meu corpo estava tremula mal conseguia segurar Sophia.
- O que foi? – ela me olhava preocupada.
- A Val ela morreu – não contive as lagrimas.
- Como assim ela morreu?
- O Richard trabalhava pro tio do Justin – respirei fundo criando coragem pra continuar – Ela foi me defender e ele matou ela.
- Não é verdade – Lola começou a chorar.
- Ela pediu pra mim fugir pra Stratford e falou que você tem o endereço.
- Tenho sim, vou anotar pra você – ela anotava o endereço em um papel.
- Lola eu não sei o que vou fazer  - eu gritava desesperada.
- Vai fazer o que a Val te pediu, vai fugir – ela me entregou o papel – Se cuida Lisa, eu já perdi a Val não quero perde você.
- Eu te ligo – abracei ela forte – Lola acho melhor você se esconder também. Pelo menos essa semana, eles vão vim atrais de você.
- Eu vou sim.
- Me desculpa por tudo.
- Não precisa se desculpar – ela me mandou um olhar tranqüilizador – Só cuida dessa princesa pra mim.
- Eu te amo Lola – abracei ela mais uma vez – Eu ainda vou vim aqui de novo, e vou trazer o Justin comigo.
- Vai sim – ela me mandou um ultimo sorriso.
                                     (...)
Eu já estava na estrada a horas a caminho de Stratford. Ainda não conseguia parar de chorar, será que minha vida vai ser sempre assim? Eu to cansada poxa. Pelo que Val me falou Stratford era uma cidade bem pequena. Vou ficar um tempo em Stratford antes de voltar pro Brasil. Eu preciso desse tempo.
- Chegamos Sophia – eu observava a casa.
Peguei Sophia e entrei na casa. Era uma casa muito simples, como eu já esperava. Estava suja, o moveis cheio de poeira e velhos, algumas janelas estavam quebrada.
- Parece que nós vamos ter muito trabalho aqui Sophia – ela observava cada canto da casa.
                                     (....)
Eu já estava a horas limpando aquela casa, acho que nunca trabalhei tanto. Pelo menos estava quase tudo pronto. As janelas eu apenas cobri com alguns papelão, amanhã vou ver se acho alguém pra concerta. Já estava de noite e minha cama me seduzia.
Justin P.O.V
- Dilan eu não vou pra Stratford esquece.
- Justin que mesmo continuar nessa vida? Pelo menos lá da pra você procurar a Lisa.
- Não vou ficar lá tendo que ouvir meus pais enchendo meu saco.
- Claro que eles vão encher, assim que saber tudo que você anda fazendo aqui.
- Mais um motivo pra mim não ir.
- Justin quando eles deixaram aqui foi pra você estudar.
- Eu sei Dilan, eu sei muito bem.
- Se minha mãe tivesse viva a gente jamais teria entrado nesse mundo.
- Mais ela não ta, e seu pai só estragou tudo.
- Eu vou sair dessa vida antes que seja tarde demais.
- Você quem sabe – revirei os olhos.
- Vou pra Stratford daqui 6 meses, se você quiser vim comigo tudo bem.
- Eu já decidi.
Dilan tava enchendo meu saco com essa historia de ir pra Stratford. Eu não quero ficar naquele fim de mundo. To muito bem aqui.
6 meses depois....
- Eu já to indo, tem certeza que não que ir? – Dilan pegava sua ultima mala.
- Não – falei serio.
Ele saiu sem falar mais nada. Agora é só eu, não tenho mais ninguém.
Dilan P.O.V
Eu passei 6 meses tentando convencer ele a voltar pra Stratford. Ele tinha 10 anos quando saiu de lá, e se transformou nisso que é agora. Eu queria muito mesmo que o Justin mudasse. Depois que a Lisa fugiu, tudo só piorou, ele só quer saber de farra. Tentei de tudo, mas agora e hora de eu pensar em  mim um pouco.
  
Cheguei a Stratford finalmente, depois de horas. Aqui não tinha mudado muito. Já estava escurecendo, tudo que eu quero agora e abraçar minha família, e dormi.
                                                         (...)
- Tia Pattie vou dar uma volta pela cidade – dei um beijo em sua buxexa e sai.
Finalmente vou matar as saudades de Stratford. Eu amo esse lugar aqui é tudo tão tranqüilo é perfeito.

Eu andava observando tudo por Stratford, quando veio duas opção na minha mente, a) eu estava fica doido b) ou estava vendo a Lisa. Eu optei pela opção b, e me aproximei.
- A senhora sabe me informa se sabe alguém que concerte janelas? – era a Lisa eu não estava ficando louco.
- Eu posso fazer isso pra você – ela me encarou espantada – A menos que você seja daquele tipo que foge com a filha e deixe todo mundo louco atrais de você.
- Então é melhor eu procurar outra pessoa pra fazer isso – ela foi saindo.
- Não dessa vez Lisa – puxei ela pelo braço – O Justin quase enlouqueceu.
- Vai mesmo ficar defendendo o Justin? Você melhor do que ninguém sabe o que eu tenho motivos.
- Precisava fazer isso? O Justin tem todos os defeitos do mundo, mas ele te ama porra.
- Eu sei disso, mas poxa eu tava cansada Dilan.
- Cadê a Sophia? – ela apontou pro banco de trais do carro ao nosso lado – ela ta tão grande.
Peguei Sophia no colo, eu sorria feito um tio bobo. Ela não parecia tão grande quando eu vi ela no skype.
- Tem idéia do quanto o Justin sofreu?
- Eu sei Dilan – os olhos dela encheram de lagrimas – Eu preciso da tua ajuda, vem comigo – entrei no carro com ela ainda com a Sophia no meu colo.
- Ela já sabe andar? Falar?
- Sim, ela já deus os primeiros passos e falou ´´ mamãe ´´.
- Tem que aprender a falar tio Dilan agora Sophia – Lisa deu uma risada fraca.
- Como o Justin estar?
- Péssimo fumando e bebendo cada vez mais, e... – parei com medo de ela não gostar do que ia ouvir.
- Transando com um monte de vadias? – assenti.
- E você vai casar com quem?
- É sobre isso que eu quero falar com você quando chegarmos na minha casa.
O resto do trajeto inteiro fomos em silencio. Ela parecia cansada, não tava com uma cara muito boa. Chegamos na casa dela, e parecia que elas tinham chegado a pouco tempo lá.
- Então o que aconteceu – falei me sentando.
- Teu pai me achou – eu fiquei paralisado – Ele tava planejando alguma coisa. O cara que eu ia casar trabalhava pra ele, tudo fui planejado por ele.
- Como você foi cair nessa Lisa?
- Isso não vem ao caso – eu ainda encarava ela incrédulo – Minha amiga morreu tentando me defender – ela deixou uma lagrima cair.
- Sinto muito – eu nunca sabia o que falar nessas horas.
- Eu vou me vingar Dilan.
- Se vingar Lisa? Liga pro Justin ele vai saber o que fazer.
- Eu não vou ligar pra ele e nem você – ela se levantou – Pelo menos não agora.
- Ele vai me matar quando descobrir.
6 meses depois......
Mais 6 meses se passaram, eu estava ajudando Lisa em tudo. Estava perto do aniversario da Sophia. Eu ainda ligo pro Justin tentando convencer ele vim, mas nunca falei nada delas.
- Justin vem pra Stratford você não vai se arrepender eu prometo.
- Não Dilan, que merda porque faz tanta questão de me ver ai?
- A Lisa vai me matar mas eu tenho que contar – respirei fundo – elas estão aqui Justin, depois de amanhã é aniversario da Sophia vem ficar com elas.
- Você não me falou isso antes por que?
- A Lisa me pediu
- Eu vou matar vocês dois por esconder isso de mim.
- Justin promete que não vai fazer nada com a Lisa?
- Prometo.
- Justin pega um vôo clandestino, meu pai ta de olho em você e ele vai acabar descobrindo.
- Ok, é serio mesmo que a Lisa ta ai? Eu não acredito – ele vibrava.
- Ta sim, e a Sophia ta enorme, parece que vai ser rebelde que nem você – ele sorriu fraco.

- Não nega que  é filha de Justin Bieber.
- Quando você vem? 
- Amanhã mesmo to pegando um avião. 


hey amores, proximo capitulo Justin e Lisa novamente \0/ com direito a hot. Comentem pfv *---* ta quase no final :(
Aviso importante: Quando eu termina A dama e o vagabundo, eu não vou postar mais aqui no blog, apenas no AnimeSpirit então criem conta lá e favoritem minhas fanfic pfv *--*

domingo, 21 de julho de 2013

A dama e o vagabundo - Capitulo 45

Justin P.O.V
- Eu também te amo - falei assim que ela desligou o telefone.
Eu sou um idiota, eu tinha que falar aquilo? Eu deveria ter falado o quanto eu amava ela, o quanto sinto falta dela. Foi tão bom ouvir a voz dela de novo, eu sentia saudades de tudo nela.
- Justin - Dilan entrou de uma vez me assustando - Olha o que enviaram pro meu e-mail.
- O que? - ele me mostrou.
- Fotos da Sophia e da Lisa.
Senti meus olhos encherem de lagrimas. A Sophia estava tão grande, a Lisa tava mais linda ainda. Eu não sei como eu pude ser tão idiota com ela.
- Deixa eu ver essa ultima foto - Por algum motivo Dilan não tinha deixado a ultima foto aparecer por completo.
- É besteira - ele tirou o not.
- Deixa eu ver - falei irritado.
- Você não vai gostar - ele colocou o not sobre a mesa novamente.
Sabe aquela raiva que só a Lisa conseguia fazer eu senti? Ela voltou. Raiva não ciumes. Como ela pode andar se vestindo daquele jeito? E ainda coloca uma legenda falando que era o novo uniforme de trabalho.
- Ela ta tentando me provocar?
- Não foi ela que mandou as foto, ta falando aqui que foi uma amiga dela.
- Como ela pode ta se vestindo assim? Trabalhando assim.
- Vai saber pelo o que ela ta passando, talvez foi o único jeito de se sustentar.
- Isso não é desculpa pra ela se vestir assim - respirei fundo tentando me acalmar - Ela ta parecendo uma...
- Uma vadia? Que nem essas que você come todos os dias?
- Isso não vem ao caso.
- Sabe até que eu gostei da Lisa ta cuidando da própria vida dela, ta seguindo em frente do jeito dela. Ela parece feliz.
- Ela estaria feliz se tivesse comigo.
- Apanhando? Tento que te aguentar bebado e drogado?
- O que você ta querendo dizer?
- Que isso não passa de uma lição que a vida ta te dando, tenta aprender com ela.
Fiquei calado eu não queria discutir sobre isso.
1 ano depois....... ( 1 ano no total ok? ) 
1 ano sem elas, eu nunca desisti de encontrar elas, eu ainda procuro pro elas, não como antes mas ainda procuro. As vezes viajo pro Canadá e saio procurando elas. Eu queria tanto poder abraçar a Sophia e falar parabéns filha, eu te amo. Hoje é o aniversario dela.
- Justin - Dilan entrou - tenho uma surpresa pra você - ele abriu o skype.
- O que é?
- Olha - ele aprontou pra tela.
Meu coração acelerou, meus olhos se encheram de lagrima. Era a Sophia e a Lisa.
- Oi Justin - ela parecia incomodada.
- Hoje é o aniversario da Sophia - eu tentava segurar as lagrimas, a Sophia estava enorme.
- É por isso que eu resolvi deixar você ver ela.
- Então agora é assim? Você tem que deixar? Só posso ver ela quando você for em uma lan house em Vancouver?
- Eu sabia que você iria rastrear - ela ajeito Sophia no seu colo - Eu vou voltar eu prometo, um dia eu vou voltar.
- É aniversario da minha filha, e eu não posso abraçar ela.
- Você provocou tudo isso, lembra?
- Me desculpa então, eu já sofri demais - deixei uma lagrima cair - Eu te amo, volta pra mim?
- Eu vou voltar, esse ano ainda, mas não vou voltar pra você - os olhos delas prendiam lagrimas também - Eu to com outra pessoa agora, eu vou voltar pra pedir divorcio.
- A Sophia vai ficar comigo - gritei sentia a raiva dominando meu corpo - Eu não acredito que você me esqueceu tão fácil.
- Não, eu não te esqueci tão fácil, na verdade eu nunca te esqueci - ela finalmente liberou as lagrimas presas em seus olhos.
- E vai casar com outra pessoa?
- Ele nunca me machucou.
- Eu prometo que eu vou mudar Lisa, volta pra mim - eu implorava.
- Eu já cansei dessas suas promessas.
- É assim que você quer Lisa? - ela assentiu - Então quando vim pro Brasil, manda alguém vim trazer a Sophia pra mim ver ela, só não aparece aqui e nem trais esse cara, porque se não eu te juro que eu faço besteira.
-  Ainda me espanto com a tua sinceridade.
- Só gosto de falar, eu avisei.
- Não tenho mais medo de você Justin.
- Então porque ta em lan house e não na sua casa?
- Pra você vim aqui e estragar minha felicidade? Não obrigado.
- Medrosa como sempre.
- Eu vou desligar.
- Tchau Sophia, o papai te ama - mesmo sem entender ela deu um sorrisinho lindo.
- Tchau pra vocês dois.
Ela desligou.
- A Sophia parece com você - Dilan falou se sentando ao meu lado.
- É por isso que ela é linda.
- Ta tentando não matar a Lisa mentalmente?
- Sim.
- Deu certo?
- Quase, eu matava o cara que ia casar com ela primeiro.
- É um bom começo.
Lisa P.O.V
Ele tava tão diferente, tava magro, parecia exausto. Foi difícil falar pra ele que eu iria me casar com o Richard, depois que ele me pediu pra voltar pra ele, e falou que me amava. Meu coração acelerou, um simples eu te amo me deixando completamente entregada a ele, era como se por mais que eu tentasse jamais alguém teria o meu coração, como ele tem.
- Vamos Val quero voltar logo pra casa.
- A gente não ia fazer compras?
- Eu não to bem eu preciso voltar pra casa.
- Pra chorar na frente do Richard? Por que eu sei que é isso que você que fazer agora.
- Justamente pra mim não chorar.
Entramos no carro, a viagem inteira foi em silencio. Nem avisei para o Richard que voltaria mais cedo pra casa. Eu ainda não me acostumo com a ideia de morar na casa dele, ele pediu tanto que eu cedi. Eu sei que o Justin vai querer aprontar quando eu voltar para o Brasil, e sei que ele não vai querer assinar os papel. E ainda vamos ter que brigar pela guarda da Sophia. Minha cabeça dói só em pensar.
- Obrigado pela carona Val - ela mandou um beijinho e saiu.
Soltei um suspiro aliviada por estar em casa, eu só preciso da minha cama. Entrei em casa de fininho, Richard de estar dormindo.
- Sim daqui alguns meses eu levo a garota pro Brasil. Eu já convenci ela foi difícil mas convenci. Depois que eu deixar ela ai você vai fazer o que? Chantagiar seu sobrinho? Concerteza ele deve ceder, eu tive que aguentar ela falando um monte sobre esse cara. É claro que eu to fingindo estar apaixonado por ela, você acha que eu convenci ela como? A gente vai se casar não é mesmo? - Ouvi toda a conversa assim que eu entrei em casa, eu fiquei paralisada, como assim ele trabalha pro tio do Justin é isso mesmo?
- Amor cheguei - fingi estar fechando a porta pra ele não desconfiar.
- Oi amor - ele se atrapalhou todo na conversa.
- Tava falando com quem? - entrei no quarto da Sophia colocando ela dentro do berço.
- Com um amigo. Você chegou cedo - sai do quarto e ele me seguiu.
- Minha cabeça começou a doer, então preferi voltar logo - peguei uma faca e comecei a corta alguns legumes.
- Que um remédio? - ele parecia estar desconfiado.
- Pode ser - observei o que ele iria colocar
Desgraçado ele colocou remédio pra dormi em vez do outro. Ele estava vindo em minha direção não tirei a faca da minha mão.
- Toma - peguei o copo e ele ficou parado esperando eu tomar.
- Não acha que eu já fui idiota de mais?
- Do que você ta falando?
- Você sabe que eu ouvi a conversa.
- Vai fazer o que? Me matar - ele deu uma risada irônica - Você não mata nem uma mosca Lisa.
Se tinha uma coisa que tinha aprendido a odiar era quando alguém duvidava de mim.
- Paga pra ver Richard, estamos falando da segurança da minha filha não é mesmo? - mandei um olhar desafiador.
- Não me intimida com essa faca e esse olhar que te deixa mais sexy do que desafiadora.
Parti pra cima dela com a faca, mas ele me segurou.
- Eu avisei - ele passou seu braço em volta do meu pescoço - agora que tinha - senti sua arma triscando em mim.
- Idiota.
- Shh, agora vamos concorda eu tenho o melhor trabalho do mundo. Seis meses transando com você, foi uma loucura.
- Desgraçado eu vou te matar.
- Eu já falei que você não mata nem uma mosca - ele me jogou no sofá apontando a arma pra mim.
O celular dele tocou, era a chance que eu tinha, era só esperar ele se distrair. Ele se atrapalhou ao pega o celular abaixando a arma. Fui pra cima dele segurando ela. Tomei a arma dele e bati ela contra sua cabeça, fazendo ele desmaiar.
- Pelo menos pra alguma coisa o filmes serviram - observei ele caido no chão.
Peguei o celular, eu iria ligar pra Val.
- O que é Lisa?
- Val me ajuda, vem aqui em casa agora não posso te explicar.
Desliguei o celular. Eu continuava ali parada apontando a arma pra ele. Não podia dar nenhum vacilo quando ele acordasse até a Val chegar.
- Lisa cheguei - ela entrou desesperada.
- Demorou - reclamei - O Richard trabalhava pro tio do Justin, não sei como mais aquele desgraçado já tinha me achado a muito tempo.
- Não pode ser.
- Mais é, esse desgraçado me enganou esse tempo todo.
- Sai de perto dele vem pra cá.
Fui passar por cima de seu corpo mais fui impedida por ele me puxando pelas perna. Cai em cima dele. Ele pegou a arma, mas logo a Val foi pra cima, eles estavam brigando. Eu ainda tava zonza com o impacto da queda. Ouvi um barulho de tiro e logo olhei. Val estava baleada, me levantei e peguei a faca o esfaqueando por trais. Ele caiu no chão e eu peguei a arma.
- Val você ta bem? - ela tava estirada no chão.
- Logico que não eu to baleada - ela riu fraco.
- Calma eu vou chamar a ambulancia - eu chorava desesperada.
- Não Lisa, eu vou morrer.
- Não vai não, fica comigo, o que eu vou fazer sem você?
- Você vai continuar, vai fugir com a Sophia.
- Fugir pra onde?
- Se lembra da minha casa em Stratford? A Lola tem o endereço pede pra ela e vai pra lá.
- Mais você não vai morrer.
- Eu te empurrei pra cima dele, a culpa foi minha.
- Não você só queria meu bem, fica comigo Val - eu continuava chorando, sentindo uma dor enorme no meu coração.
- Lisa me promete que você vai matar que entrar no seu caminho e no caminho da Sophia? Vai matar esses cara se for preciso, vai sobreviver e vai voltar pro Justin e ser feliz do lado dele?
- Eu prometo, mas você também vai pro Brasil comigo lembra?
- Não se esquece, mata sem dor nem piedade qualquer pessoa que entra no seu caminho.
- Você vai matar eles comigo não é mesmo? Você vai me ajudar.
- Cada pessoa tem uma missão na terra, a minha era ajudar vocês, e eu ajudei, agora ta na minha hora de parti.
- Sem você eu não vou conseguir.
- Eu vou te ajudar lá de cima, vou ser seu anjo da guarda - ela apontou para que tirasse o colar que ela tinha no pescoço - Pra você nunca se esquecer de mim.
- Eu nunca vou me esquecer de você.
- Obrigado por me fazer tão feliz, por ser uma amiga tão boa.
- Não obrigado você, se eu deixei de ser aquele princesinha mimada de antes, foi porque você me ajudou.
- Não se esquece do que você me prometeu - ela já estava quase sem conseguir falar.
- Eu não vou me esquecer, mais resisti por mim Val.
- Ulti-ma co-i-sa fi-ca com o -jus-tin - ela guaguejo cada uma daquelas palavras dando o ultimo suspiro.
- Val fala comigo, fica comigo - eu me deitei sobre seu corpo liberando cada uma daquelas lagrimas - Val eu te amo, eu vou ficar com o Justin e vou matar eles, por mim, por você, pelo Justin e pela Sophia.
Me levantei ainda com a arma na mão, e encarei aquele desgraçado que ainda agonizava vivo.
- E eu vou começar a parti de agora - apontei a arma para ele e apertei o gatilho.
Eu prometi, e eu vou cumprir, ninguém vai entrar no nosso caminho.